A exchange OKX planeja expandir sua atuação no Brasil com ativos financeiros tokenizados, aproveitando parceria com a controladora da NYSE.
O CEO da OKX Brasil, Guilherme Sacamone, revelou que a corretora busca integrar o mercado tradicional ao de criptomoedas, permitindo a negociação de ações e commodities via blockchain. A estratégia depende da infraestrutura desenvolvida com a Intercontinental Exchange (ICE), mas enfrenta desafios regulatórios locais e uma onda crescente de resistência por parte de empresas emissoras de ações em nível global.
A iniciativa sinaliza uma tentativa de convergência entre o mercado financeiro tradicional e a tecnologia blockchain no Brasil, embora a viabilidade dependa de segurança jurídica e adesão dos emissores de ativos.
“A gente adoraria trazer ações tokenizadas que já oferecemos lá fora para o Brasil. Infelizmente, não podemos por uma questão regulatória”
— Guilherme Sacamone
“Existe uma tendência que nada vai conseguir parar, que vai ser a tendência de ações tokenizadas”
— Guilherme Sacamone
Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, o CEO da OKX Brasil, Guilherme Sacamone, revelou que a corretora busca integrar o mercado tradicional ao de criptomoedas, permitindo a negociação de ações e commodities via blockchain. A estratégia depende da infraestrutura desenvolvida com a Intercontinental Exchange (ICE), mas enfrenta desafios regulatórios locais e uma onda crescente de resistência por parte de empresas emissoras de ações em nível global.
Enquanto 1 fonte acompanha o caso na imprensa, os apostadores na Polymarket dão 97% de chance de a lei cripto dos EUA ficar para depois de 2026.
A iniciativa sinaliza uma tentativa de convergência entre o mercado financeiro tradicional e a tecnologia blockchain no Brasil, embora a viabilidade dependa de segurança jurídica e adesão dos emissores de ativos. Dados apurados na fonte verificada — Avaliação de mercado da OKX no aporte da ICE: US$ 25 bilhões.
v1.7.220