A empresa brasileira Méliuz utilizou a venda parcial de suas reservas de Bitcoin para financiar um programa de recompra de ações sem contrair novas dívidas.
O resultado trimestral do Méliuz foi impulsionado pela valorização de seu tesouro em criptoativos, gerando um ganho contábil significativo no período. Para manter a exposição estratégica à moeda, a companhia utilizou derivativos com o objetivo de recomprar os ativos vendidos futuramente.
A operação ilustra a integração de estratégias de tesouraria corporativa com o mercado de criptoativos no Brasil, utilizando derivativos para proteger a exposição a longo prazo enquanto financia operações de mercado de capitais.
Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, o resultado trimestral do Méliuz foi impulsionado pela valorização de seu tesouro em criptoativos, gerando um ganho contábil significativo no período. Para manter a exposição estratégica à moeda, a companhia utilizou derivativos com o objetivo de recomprar os ativos vendidos futuramente.
Enquanto 1 fonte acompanha o caso na imprensa, os apostadores na Polymarket dão 36% de chance de o Bitcoin cair até US$ 70 mil.
A operação ilustra a integração de estratégias de tesouraria corporativa com o mercado de criptoativos no Brasil, utilizando derivativos para proteger a exposição a longo prazo enquanto financia operações de mercado de capitais. Dados apurados na fonte verificada — Lucro líquido do 3º trimestre: R$ 113,7 milhões; Bitcoin em custódia: 526,7 BTC.
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