Especialistas apontam que a próxima grande batalha nas finanças globais envolve a infraestrutura e a custódia de stablecoins.
Enquanto iniciativas globais como o Open USD buscam padronizar transações, o mercado brasileiro se destaca com stablecoins representando grande parte do volume declarado à Receita Federal. O avanço regulatório do Banco Central e o licenciamento de VASPs exigem que instituições tradicionais adotem padrões rigorosos de custódia e conformidade.
A consolidação da infraestrutura regulatória e tecnológica para stablecoins redefine o papel dos criptoativos como trilha de pagamentos no Brasil e na América Latina, aproximando o mercado digital dos padrões bancários tradicionais.
Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, enquanto iniciativas globais como o Open USD buscam padronizar transações, o mercado brasileiro se destaca com stablecoins representando grande parte do volume declarado à Receita Federal. O avanço regulatório do Banco Central e o licenciamento de VASPs exigem que instituições tradicionais adotem padrões rigorosos de custódia e conformidade.
A consolidação da infraestrutura regulatória e tecnológica para stablecoins redefine o papel dos criptoativos como trilha de pagamentos no Brasil e na América Latina, aproximando o mercado digital dos padrões bancários tradicionais. Dados apurados na fonte verificada — Crescimento de criptoativos na América Latina (jul/2023 a jun/2024): 42,5%; Volume de criptomoedas em stablecoins declarado à Receita Federal em 2025: 80%.
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