Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o custo médio para enviar remessas internacionais utilizando stablecoins é de 2,18%.
O modelo conhecido como sanduíche de stablecoins envolve transações que começam em contas bancárias tradicionais, passam por exchanges e redes blockchain, e terminam em saques fiduciários no destino. Conforme a pesquisa do FMI, a taxa média calculada fica abaixo da meta de 3% definida pelo G20 e supera os canais tradicionais de remessas.
A análise do FMI detalha como o ecossistema de stablecoins e redes blockchain impacta diretamente o mercado de remessas internacionais e os custos enfrentados por usuários em diversos países, incluindo o Brasil.
Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, o modelo conhecido como sanduíche de stablecoins envolve transações que começam em contas bancárias tradicionais, passam por exchanges e redes blockchain, e terminam em saques fiduciários no destino. Conforme a pesquisa do FMI, a taxa média calculada fica abaixo da meta de 3% definida pelo G20 e supera os canais tradicionais de remessas.
A análise do FMI detalha como o ecossistema de stablecoins e redes blockchain impacta diretamente o mercado de remessas internacionais e os custos enfrentados por usuários em diversos países, incluindo o Brasil. Dados apurados na fonte verificada — Custo médio de remessas: 2,18%; Valor avaliado por remessa: US$ 200.
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