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Estudo do FMI avalia custos de remessas com stablecoins no Brasil

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o custo médio para enviar remessas internacionais utilizando stablecoins é de 2,18%.

Visão geral

O modelo conhecido como sanduíche de stablecoins envolve transações que começam em contas bancárias tradicionais, passam por exchanges e redes blockchain, e terminam em saques fiduciários no destino. Conforme a pesquisa do FMI, a taxa média calculada fica abaixo da meta de 3% definida pelo G20 e supera os canais tradicionais de remessas.

Por que importa

A análise do FMI detalha como o ecossistema de stablecoins e redes blockchain impacta diretamente o mercado de remessas internacionais e os custos enfrentados por usuários em diversos países, incluindo o Brasil.

O que aconteceu

  • Segundo Livecoins, o Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou um estudo técnico sobre o uso de stablecoins para remessas internacionais.
  • De acordo com a pesquisa do FMI, o custo médio de 2,18% para enviar US$ 200 fica abaixo da taxa média global de 6,36% dos canais tradicionais.
  • Conforme o levantamento, o processo mapeou cinco etapas que incluem depósitos bancários, compra de criptoativos em corretoras, transferência em blockchain, venda e saque final.

Números-chave

Custo médio de remessas
2,18%segundo o FMI
Valor avaliado por remessa
US$ 200segundo o FMI
Meta definida pelo G20
3%segundo o FMI
Taxa média global tradicional
6,36%segundo o FMI
Rotas completas avaliadas
4.005segundo o FMI
Corretoras centralizadas analisadas
29segundo o FMI
Tarifas de negociação nas plataformas
0,85%segundo o FMI
Taxas de depósito e saque em moeda fiduciária
0,67%segundo o FMI
Envio de criptomoedas pela blockchain
0,48%segundo o FMI
Remessas pequenas de US$ 50
4,12%segundo o FMI
Transferências de US$ 5 mil
1,54%segundo o FMI

Perguntas frequentes sobre o caso

O que diz a fonte verificada sobre "Estudo do FMI avalia custos de remessas com stablecoins no Brasil"?

Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, o modelo conhecido como sanduíche de stablecoins envolve transações que começam em contas bancárias tradicionais, passam por exchanges e redes blockchain, e terminam em saques fiduciários no destino. Conforme a pesquisa do FMI, a taxa média calculada fica abaixo da meta de 3% definida pelo G20 e supera os canais tradicionais de remessas.

Por que este fato importa e quais são os dados principais?

A análise do FMI detalha como o ecossistema de stablecoins e redes blockchain impacta diretamente o mercado de remessas internacionais e os custos enfrentados por usuários em diversos países, incluindo o Brasil. Dados apurados na fonte verificada — Custo médio de remessas: 2,18%; Valor avaliado por remessa: US$ 200.

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