O Banco Central do Brasil divulgou a relação atualizada com 134 empresas que solicitaram autorização para atuar no mercado cripto.
A divulgação encerra um período de incertezas após o término do prazo de 270 dias para formalização das prestadoras de serviços de ativos virtuais. Entre os requerentes constam grandes corretoras internacionais e nacionais, além de instituições financeiras tradicionais que já comunicaram sua atuação no setor.
A transparência nas listas do Banco Central revela o panorama regulatório das empresas que buscam operar legalmente no Brasil durante a transição para as novas regras do setor cripto.
3 fontes em 3 h
“Importante: a inclusão nesta relação não significa que a sociedade esteja autorizada pelo BC. O pedido pode estar em análise ou ter outra situação registrada pelo Banco Central.”
— Banco Central do Brasil
Como as fontes abordam: sem contraponto as 3 fontes (todas do Brasil) relatam os mesmos fatos sob o mesmo enfoque.
Segundo o cruzamento de 3 fontes verificadas, a divulgação encerra um período de incertezas após o término do prazo de 270 dias para formalização das prestadoras de serviços de ativos virtuais. Entre os requerentes constam grandes corretoras internacionais e nacionais, além de instituições financeiras tradicionais que já comunicaram sua atuação no setor.
A transparência nas listas do Banco Central revela o panorama regulatório das empresas que buscam operar legalmente no Brasil durante a transição para as novas regras do setor cripto. Dados apurados nas 3 fontes — Pedidos de autorização: 134; Licenças de corretora: 46.
3 fontes no Brasil
v1.7.220