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BrasilPolítica e Regulação

ABcripto propõe supervisão da CVM diretamente em redes blockchain para ativos tokenizados

A Associação Brasileira de Criptoeconomia defende que a CVM fiscalize ativos tokenizados participando de redes blockchain.

Visão geral

A proposta foi apresentada durante o 2º Encontro com o Mercado do Grupo de Trabalho de Tokenização da CVM, em São Paulo. O modelo sugere que o regulador acompanhe operações por dentro, sem depender exclusivamente de relatórios das empresas.

Por que importa

A proposta pode redefinir o marco regulatório e a fiscalização de ativos tokenizados pela CVM no mercado financeiro brasileiro.

O que aconteceu

  • Segundo o Portal do Bitcoin, a ABcripto apresentou os princípios de regulamentação para plataformas baseadas em blockchain nesta sexta-feira (6).
  • Conforme divulgado pelo Portal do Bitcoin, a diretora-presidente Julia Rosin afirmou que os princípios básicos de supervisão não mudam com o novo modelo.
  • Segundo o Portal do Bitcoin, o modelo 3 de tokenização elimina a necessidade de intermediários ou depositários centrais tradicionais.

Citações

“Apesar de a gente estar desenvolvendo um modelo novo de atuação e de execução, os princípios básicos de supervisão não mudam”

— Julia Rosin

Perguntas frequentes sobre o caso

O que diz a fonte verificada sobre "ABcripto propõe supervisão da CVM diretamente em redes blockchain para ativos tokenizados"?

Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, a proposta foi apresentada durante o 2º Encontro com o Mercado do Grupo de Trabalho de Tokenização da CVM, em São Paulo. O modelo sugere que o regulador acompanhe operações por dentro, sem depender exclusivamente de relatórios das empresas.

Por que este fato importa e quais são os dados principais?

A proposta pode redefinir o marco regulatório e a fiscalização de ativos tokenizados pela CVM no mercado financeiro brasileiro.

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