A Associação Brasileira de Criptoeconomia defende que a CVM fiscalize ativos tokenizados participando de redes blockchain.
A proposta foi apresentada durante o 2º Encontro com o Mercado do Grupo de Trabalho de Tokenização da CVM, em São Paulo. O modelo sugere que o regulador acompanhe operações por dentro, sem depender exclusivamente de relatórios das empresas.
A proposta pode redefinir o marco regulatório e a fiscalização de ativos tokenizados pela CVM no mercado financeiro brasileiro.
“Apesar de a gente estar desenvolvendo um modelo novo de atuação e de execução, os princípios básicos de supervisão não mudam”
— Julia Rosin
Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, a proposta foi apresentada durante o 2º Encontro com o Mercado do Grupo de Trabalho de Tokenização da CVM, em São Paulo. O modelo sugere que o regulador acompanhe operações por dentro, sem depender exclusivamente de relatórios das empresas.
A proposta pode redefinir o marco regulatório e a fiscalização de ativos tokenizados pela CVM no mercado financeiro brasileiro.
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