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Política e Regulação

Tether rebate relatório do Senado americano sobre operações no Irã

O CEO da Tether defendeu a emissora de stablecoins após investigação do Senado dos EUA sobre transações ligadas ao Irã.

Visão geral

Segundo o CoinDesk, a polêmica surgiu após um relatório de democratas do Subcomitê Permanente de Investigações do Senado dos EUA apontar que a stablecoin teria facilitado fluxos financeiros na rede de sombra iraniana. Em resposta, o executivo-chefe Paolo Ardoino afirmou que as ações da empresa ajudaram a reduzir os volumes ligados ao país e destacou que a emissora frequentemente bloqueia endereços suspeitos antes de sanções oficiais.

O que aconteceu

  • Segundo o CoinDesk, democratas do Subcomitê Permanente de Investigações do Senado dos EUA emitiram um relatório acusando a Tether de fornecer suporte financeiro na rede iraniana.
  • De acordo com o CoinDesk, o CEO Paolo Ardoino declarou no X que a empresa congela transações suspeitas em média quatro semanas antes de designações oficiais do governo dos EUA e de Israel.
  • Segundo o executivo citado pelo CoinDesk, as medidas adotadas pela empresa reduziram os volumes de stablecoins ligados ao Irã em 94%.

Números-chave

Queda no volume ligado ao Irã
94%segundo a Tether citado pelo CoinDesk
Antecedência de bloqueio em relação a sanções
4 semanasem média, segundo Paolo Ardoino (CoinDesk)

Citações

“led to Iran-linked stablecoin volumes declining by 94%”

— Paolo Ardoino

“led to Iran-linked stablecoin volumes declining by 94%.”

— Paolo Ardoino

Por que importa

O embate entre emissores de stablecoins e reguladores americanos evidencia a pressão contínua sobre o setor de ativos digitais em relação ao cumprimento de sanções internacionais e ao combate ao financiamento ilícito.

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