Ripple e Coinbase protocolaram pedidos de autorização no Banco Central do Brasil para continuar operando no país como prestadoras de serviços de ativos virtuais, segundo o BeInCrypto Brasil.
O prazo de adaptação de 270 dias concedido pelo Banco Central para que corretoras de criptomoedas solicitem autorização de funcionamento se encerra nesta sexta-feira (30), de acordo com o Livecoins. A regra afeta todas as empresas que já atuavam no mercado brasileiro sob a Resolução BCB 520. Enquanto a Ripple busca consolidação institucional, a Coinbase projeta expandir sua atuação local integrando criptoativos, câmbio e serviços de pagamento, segundo o BeInCrypto Brasil.
“Acreditamos que regras claras e previsíveis para o setor de ativos virtuais são positivas para o Brasil”
— Fabio Plein, diretor regional para as Américas da Coinbase
“Seguimos comprometidos com o Brasil, com a continuidade dos investimentos no país e com o apoio ao objetivo do Banco Central de desenvolver um mercado de ativos digitais seguro e bem regulamentado.”
— Banco Central
“O processo de autorização representa um marco importante para a maturidade do setor no país, e o pedido de autorização demonstra o interesse claro da Ripple em seguir contribuindo para esse desenvolvimento”
— Isabel Sica Longhi, diretora de Políticas Públicas e Regulatório LATAM na Ripple
As 2 fontes desta história relatam os mesmos fatos sob o mesmo enfoque, sem divergências nem questionamentos adicionais entre os veículos.
A regulamentação do Banco Central estabelece um novo divisor de águas para a operação legal de corretoras globais e nacionais no Brasil, garantindo conformidade ao mercado regulado e impondo a saída de plataformas não autorizadas.
2 fontes no Brasil
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