A fintech britânica Revolut anunciou um aporte mínimo de US$ 1 bilhão na América Latina, mas decidiu encerrar suas operações com criptomoedas no Brasil.
O montante bilionário será distribuído ao longo de alguns anos entre os cinco países da região onde a empresa opera ou planeja entrar, conforme divulgado ao Estadão. Enquanto a fintech intensifica os investimentos para acelerar a captação de clientes locais em serviços tradicionais de câmbio e contas globais, os usuários brasileiros com saldo em criptomoedas deverão realizar a venda antes do prazo estipulado.
A decisão da Revolut de encerrar os serviços de cripto no Brasil evidencia uma mudança estratégica na atuação de grandes fintechs internacionais no mercado regulado brasileiro, priorizando produtos tradicionais de câmbio e contas globais.
Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, o montante bilionário será distribuído ao longo de alguns anos entre os cinco países da região onde a empresa opera ou planeja entrar, conforme divulgado ao Estadão. Enquanto a fintech intensifica os investimentos para acelerar a captação de clientes locais em serviços tradicionais de câmbio e contas globais, os usuários brasileiros com saldo em criptomoedas deverão realizar a venda antes do prazo estipulado.
A decisão da Revolut de encerrar os serviços de cripto no Brasil evidencia uma mudança estratégica na atuação de grandes fintechs internacionais no mercado regulado brasileiro, priorizando produtos tradicionais de câmbio e contas globais. Dados apurados na fonte verificada — Avaliação da fintech: US$ 115 bilhões; Aporte na América Latina: US$ 1 bilhão. Próxima data na agenda: 2026-11-24 (Prazo limite para que clientes vendam saldos em criptomoedas na Revolut no Brasil).
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