Desembargador Francisco Eduardo Loureiro destacou que facções utilizam criptomoedas e offshores para ocultar capitais ilícitos.
Segundo o Livecoins, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) afirmou que a atuação de organizações criminosas migrou para o setor financeiro e para estruturas societárias complexas. A corte ampliou a competência de varas especializadas em crimes financeiros para combater a ocultação de valores e a asfixia patrimonial dessas redes.
O reconhecimento por parte da mais alta corte estadual do Brasil sobre o uso de criptoativos em esquemas complexos de lavagem de dinheiro evidencia o foco crescente do Judiciário nas ferramentas tecnológicas e no ecossistema financeiro.
“A lavagem de dinheiro não está na boca de fumo, mas nos bairros mais nobres de São Paulo, no corredor da Faria Lima. Se nós secarmos essa fonte, o crime organizado vai diminuir, pois foi assim que a máfia norte-americana foi controlada.”
— Francisco Eduardo Loureiro, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo
Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, segundo o Livecoins, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) afirmou que a atuação de organizações criminosas migrou para o setor financeiro e para estruturas societárias complexas. A corte ampliou a competência de varas especializadas em crimes financeiros para combater a ocultação de valores e a asfixia patrimonial dessas redes.
O reconhecimento por parte da mais alta corte estadual do Brasil sobre o uso de criptoativos em esquemas complexos de lavagem de dinheiro evidencia o foco crescente do Judiciário nas ferramentas tecnológicas e no ecossistema financeiro. Dados apurados na fonte verificada — Duração da reunião entre cúpulas: 40 minutos; Novas ações previstas no TJ-SP: 8 milhões a 9 milhões.
v1.7.220