Polymarket expande operação nos Estados Unidos com foco em apostas esportivas e enfrenta escrutínio regulatório
A Polymarket registrou US$ 13,7 bilhões em volume de face value nos Estados Unidos em 30 dias, impulsionada por apostas esportivas, segundo a CryptoSlate.
Visão geral
O crescimento acelerado da plataforma de previsão nos Estados Unidos coincide com novas investigações da CFTC sobre o acesso offshore e salvaguardas de clientes. A discussão regulatória central envolve o embate jurídico entre a supervisão federal de derivativos e as leis estaduais de jogos de azar, enquanto a agência reguladora expande litígios contra múltiplos estados.
O que aconteceu
Segundo dados do DeFi Rate publicados pela CryptoSlate, a exchange de previsão Polymarket US alcançou cerca de US$ 13,7 bilhões em negociações baseadas no face value dos contratos no período de 30 dias encerrado em 26 de outubro.
De acordo com a CryptoSlate, o faturamento americano da plataforma teve um salto de 78% em 30 dias, com as apostas esportivas respondendo por aproximadamente US$ 13,5 bilhões do total recente.
Conforme relatório da Reuters citado pela CryptoSlate em 27 de outubro, a CFTC ampliou sua fiscalização sobre o acesso offshore e iniciou verificações de proteção aos clientes nos Estados Unidos.
Segundo a CryptoSlate, a CFTC anunciou em 27 de outubro que processou o estado de Utah, somando o caso a procedimentos já abertos contra outros nove estados na disputa regulatória sobre mercados de previsão.
Números-chave
Turnover de face value nos EUA (30 dias)
US$ 13,7 bilhõessegundo dados do DeFi Rate divulgados pela CryptoSlate
Faturamento em contratos esportivos
98,2%do turnover total da Polymarket US, conforme a CryptoSlate
Total pago em contratos nos EUA
US$ 3,4 bilhõessegundo dados do DeFi Rate e da CryptoSlate
Turnover de face value na plataforma internacional
O crescimento expressivo de mercados de previsão baseados em esportes nos Estados Unidos coloca em evidência os limites regulatórios entre as leis estaduais de jogos e a supervisão federal de derivativos, gerando riscos jurídicos para plataformas do setor.