A nova regulação do Banco Central para o mercado de criptomoedas no Brasil estabelece exigências de segurança, mas não elimina riscos como volatilidade e falências de exchanges.
Embora o Banco Central tenha exigido maior transparência e separação de recursos nas exchanges, especialistas alertam que os investidores ainda enfrentam riscos inerentes ao mercado de criptoativos. As novas regras começam a valer em fevereiro de 2026, com prazo para envio de pedidos de autorização até 30 de outubro.
“Embora represente um avanço importante para a segurança do mercado, é fundamental entender que a regulação não elimina os riscos dos investimentos em criptoativos. Ter conta em uma corretora autorizada pelo Banco Central não significa um investimento livre de riscos”
— Vanessa Butalla
“O Bitcoin e outros ativos continuarão sujeitos às oscilações de preço, e o investidor poderá ter perdas mesmo utilizando uma plataforma regulada, como em qualquer investimento do mercado tradicional”
— Vanessa Butalla
Compreender o alcance da nova regulação do Banco Central ajuda investidores brasileiros a dimensionarem os riscos reais na custódia e negociação de criptoativos em corretoras autorizadas.
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