Novas exigências de capital social mínimo e compliance do Banco Central levam empresas do setor a encerrar operações no Brasil.
As empresas de criptoativos que já atuavam no país têm até 30 de outubro de 2026 para submeter o pedido inicial de autorização ao Banco Central. No desenho final do regulador, uma Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais precisa manter entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões de capital — montante muito superior à faixa de R$ 1 milhão a R$ 5 milhões estimada na consulta pública.
“Não se trata apenas de um investimento inicial: manter essas estruturas e cumprir as obrigações regulatórias representa um custo contínuo, que precisa fazer sentido para o modelo de negócio de cada empresa.”
— Vanessa Butalla
A elevação das barreiras financeiras e operacionais pelo Banco Central acelera a consolidação do mercado de criptomoedas no Brasil, restringindo a atuação de fintechs e favorecendo empresas de maior porte.
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