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Política e Regulação

Ministério Público de SP bloqueia R$ 2,3 milhões em criptomoedas em Gibraltar

A Justiça de Gibraltar atendeu a pedido do Ministério Público de São Paulo e bloqueou R$ 2,3 milhões em criptomoedas e dólares.

Visão geral

A medida cautelar, divulgada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, travou os recursos que estavam sob custódia de corretoras e instituições financeiras no território britânico. A ação foi conduzida em conjunto pelo CyberGAECO e pela Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional para rastrear patrimônio oculto no exterior e ressarcir vítimas.

Por que importa

O caso ilustra o uso de cooperação jurídica internacional e tratados de cooperação por autoridades brasileiras para rastrear e bloquear ativos digitais ocultos em jurisdições estrangeiras.

O que aconteceu

  • Segundo o Livecoins, o Ministério Público do Estado de São Paulo obteve uma decisão favorável na Justiça de Gibraltar para bloquear cerca de R$ 2,3 milhões em criptomoedas e dólares de um investigado.
  • De acordo com o MPSP, a medida cautelar divulgada na quarta-feira (4) travou valores sob a custódia de corretoras de criptoativos e instituições financeiras no território ultramarino britânico.
  • Conforme o órgão paulista citado pelo Livecoins, a ofensiva envolveu o CyberGAECO, a SEINTER, o DRCI e o Office of Criminal Prosecutions and Litigation de Gibraltar.

Números-chave

Valor bloqueado no exterior
R$ 2,3 milhõessegundo o Livecoins

Ainda não está claro

  • O Ministério Público de São Paulo não divulgou a razão específica do bloqueio, a identidade do investigado ou a motivação detalhada da investigação.

Citações

“prosseguem nas diligências destinadas à recuperação dos ativos e à integral reparação dos danos apurados no caso concreto”

— Ministério Público do Estado de São Paulo

Perguntas frequentes sobre o caso

O que diz a fonte verificada sobre "Ministério Público de SP bloqueia R$ 2,3 milhões em criptomoedas em Gibraltar"?

Segundo a apuração de 1 fonte verificada no Brasil, a medida cautelar, divulgada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, travou os recursos que estavam sob custódia de corretoras e instituições financeiras no território britânico. A ação foi conduzida em conjunto pelo CyberGAECO e pela Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional para rastrear patrimônio oculto no exterior e ressarcir vítimas.

Por que este fato importa e quais são os dados principais?

O caso ilustra o uso de cooperação jurídica internacional e tratados de cooperação por autoridades brasileiras para rastrear e bloquear ativos digitais ocultos em jurisdições estrangeiras. Dados apurados na fonte verificada — Valor bloqueado no exterior: R$ 2,3 milhões.

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