O mercado global de stablecoins atreladas ao dólar é mais de duas mil vezes maior que o de ativos pareados ao real.
Enquanto as moedas digitais em dólar concentram a maior parte da liquidez global impulsionadas por gigantes como Tether e USDC, as opções atreladas ao real permanecem restritas a um nicho no mercado nacional. O cenário de alta concentração estrangeira também mobiliza debates legislativos no país em torno da regulação do setor.
“o desafio não é desacelerar a inovação, mas criar as condições para que ela avance de forma segura e sustentável”
— Crypto Finance
A disparidade entre o volume de stablecoins em dólar e em real evidencia a forte preferência por exposição cambial internacional no Brasil, ao mesmo tempo em que a discussão regulatória avança para moldar a atuação de emissores estrangeiros no país.
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