O Mercado Bitcoin protocolou seu pedido de autorização de funcionamento como prestadora de serviços de ativos virtuais junto ao Banco Central.
A solicitação ocorre a poucos dias do encerramento do prazo estabelecido pelas novas normas do Banco Central para o setor de criptomoedas no Brasil. A empresa, fundada em 2013 e com cerca de 5 milhões de clientes, busca se adequar às exigências regulatórias enquanto absorve bases de usuários de plataformas que encerraram ou reestruturaram suas operações no país.
“A regulação marca um day 1 para a indústria. Ela abre a porta para o mercado institucional, que até aqui esperava regras claras para aderir”
— Roberto Dagnoni
As 2 fontes desta história relatam os mesmos fatos sob o mesmo enfoque, sem divergências nem questionamentos adicionais entre os veículos.
A movimentação reflete a corrida das corretoras de criptomoedas para se adequarem ao novo marco regulatório do Banco Central no Brasil antes do fim do prazo de transição, moldando o futuro da custódia e intermediação de ativos digitais no país.
Segundo o cruzamento de 2 fontes verificadas, a solicitação ocorre a poucos dias do encerramento do prazo estabelecido pelas novas normas do Banco Central para o setor de criptomoedas no Brasil. A empresa, fundada em 2013 e com cerca de 5 milhões de clientes, busca se adequar às exigências regulatórias enquanto absorve bases de usuários de plataformas que encerraram ou reestruturaram suas operações no país.
A movimentação reflete a corrida das corretoras de criptomoedas para se adequarem ao novo marco regulatório do Banco Central no Brasil antes do fim do prazo de transição, moldando o futuro da custódia e intermediação de ativos digitais no país. Dados apurados nas 2 fontes — Clientes do Mercado Bitcoin: quase 5 milhões; Usuários da Bity migrados: 850 mil.
2 fontes no Brasil
v1.7.149