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Guia de custódia institucional de criptoativos destaca funções e controle

A custódia institucional de ativos digitais exige a separação entre guarda, permissões de assinatura e autoridade para venda de garantias, segundo o The Defiant.

Visão geral

O avanço da adoção corporativa de ativos digitais traz novos desafios operacionais para empresas que buscam custodiar tokens com instituições financeiras. Segundo o The Defiant, manter criptoativos em um banco não elimina a possibilidade de utilizá-los como garantia para empréstimos, desde que sejam estabelecidas regras claras de governança e controle.

O que aconteceu

  • O The Defiant publicou um guia sobre custódia institucional de criptoativos detalhando funções e controle.
  • O material aborda como manter tokens com um banco sem impedir o uso de garantias para empréstimos, segundo o The Defiant.
  • O guia destaca a importância de separar safekeeping, permissões de assinatura e autoridade para venda de colateral, de acordo com o The Defiant.

Por que importa

Compreender a estrutura de custódia e controle é fundamental para instituições financeiras e empresas que gerenciam grandes volumes de ativos digitais com segurança e conformidade regulatória.

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