Novo: De acordo com o CoinDesk, os cidadãos russos Ilya Boykov e Vitold Obertas foram…
Política e Regulação
EUA sancionam rede de criptomoedas ligada a trabalhadores de TI da Coreia do Norte
O Departamento do Tesouro dos EUA impôs sanções a indivíduos e entidades envolvidos em um esquema de criptomoedas da Coreia do Norte.
Visão geral
Segundo o Decrypt e o CryptoSlate, as medidas do governo norte-americano visam desmantelar uma rede que utilizava trabalhadores de TI infiltrados em empresas ocidentais e intermediários russos para converter milhões de dólares em ativos digitais, financiando assim os programas de armas do regime norte-coreano.
O que aconteceu
Segundo o Decrypt e o CryptoSlate, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou em 28 de outubro de 2026 sanções contra operadores e intermediários financeiros ligados a esquemas norte-coreanos.
Conforme o Decrypt, o secretário do Tesouro Scott Bessent afirmou que agentes norte-coreanos visam empresas americanas por meio de atividades fraudulentas e roubo de dados confidenciais.
De acordo com o CryptoSlate e a Chainalysis, estimativas indicam que os esquemas de trabalhadores de TI geram entre US$ 250 milhões e US$ 600 milhões anualmente para o governo da Coreia do Norte.
O caso expõe os riscos de segurança para empresas de criptomoedas que contratam desenvolvedores remotamente sem verificação rigorosa, evidenciando como fundos ilícitos circulam por protocolos de DeFi e exchanges.
De acordo com o CoinDesk, os cidadãos russos Ilya Boykov e Vitold Obertas foram formalmente apontados nas sanções por converterem cerca de US$ 3,5 milhões e US$ 2 milhões em criptomoedas, respectivamente, para apoiar os operadores da Coreia do Norte.