Acumulação de ETFs de Bitcoin no Q3 superou a emissão de novos minerados, mas saídas expressivas testam a sustentabilidade da demanda.
Embora os ETFs à vista de Bitcoin tenham adicionado quase o dobro da quantidade de moedas produzidas por mineradores no terceiro trimestre, a concentração dos aportes em curtos períodos e a queda nos saldos de detentores de longo prazo complicam a tese de escassez da criptomoeda, conforme aponta o relatório da 21Shares citado pelo CryptoSlate.
A análise evidencia que, apesar do forte apetite institucional medido trimestralmente, a volatilidade dos fluxos diários e a movimentação de detentores antigos mantêm incertezas sobre a absorção real da oferta no mercado de criptoativos.
Segundo a apuração de 1 fonte verificada, embora os ETFs à vista de Bitcoin tenham adicionado quase o dobro da quantidade de moedas produzidas por mineradores no terceiro trimestre, a concentração dos aportes em curtos períodos e a queda nos saldos de detentores de longo prazo complicam a tese de escassez da criptomoeda, conforme aponta o relatório da 21Shares citado pelo CryptoSlate.
Enquanto 1 fonte acompanha o caso na imprensa, os apostadores na Polymarket dão 53% de chance de o Bitcoin cair até US$ 70 mil.
A análise evidencia que, apesar do forte apetite institucional medido trimestralmente, a volatilidade dos fluxos diários e a movimentação de detentores antigos mantêm incertezas sobre a absorção real da oferta no mercado de criptoativos. Dados apurados na fonte verificada — Saídas de ETFs de Bitcoin: US$ 430 milhões; Adições de ETFs no Q3: 79.800 BTC.
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