Dono do Ballon d’Or investiga apostas suspeitas na Polymarket
O Groupe Amaury prepara uma queixa formal contra apostas atípicas na Polymarket sobre o resultado da premiação de futebol deste ano.
Visão geral
Investigações internas foram iniciadas pela organização responsável pelo Ballon d’Or após a detecção de movimentações financeiras incomuns em contratos de previsão. O caso ganha relevância devido à precisão de 12 contas que acertaram a ordem exata dos cinco primeiros colocados antes da cerimônia oficial ocorrida em 26 de outubro.
O que aconteceu
O Groupe Amaury anunciou, segundo a Bitcoin.com News, que está formalizando uma queixa contra apostas suspeitas na Polymarket.
A publicação francesa Upside identificou 12 contas que apostaram US$ 264.000 no pódio exato do prêmio de futebol, conforme relatórios de 29 de outubro.
As contas realizaram saques de aproximadamente US$ 500.000 logo após a divulgação dos resultados da cerimônia.
Uma investigação interna foi aberta pela France Football, que também acionou a polícia para apurar a origem dos vazamentos.
O caso expõe os riscos de integridade em plataformas de previsão descentralizadas quando informações confidenciais podem ser vazadas, atraindo o escrutínio de autoridades reguladoras e judiciais.
Ainda não está claro
A Polymarket ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.
Nenhum promotor público confirmou até o momento a abertura oficial de uma investigação criminal contra a plataforma.