Segundo o Banco Central, a demanda de brasileiros por criptoativos no exterior subiu 20% em setembro, acumulando o segundo mês seguido de recuperação.
O volume de operações internacionais envolvendo ativos digitais com emissor, como stablecoins, atingiu US$ 842,7 milhões em setembro de 2026, conforme dados das Estatísticas do Setor Externo. A alta ocorre após um tombo de quase 80% em julho provocado pela reorganização do mercado diante das novas regras do Banco Central, embora o patamar atual permaneça 49% abaixo do registrado no mesmo período de 2025.
“Essa redução das transações reflete um momento de reorganização desse mercado de ativos virtuais num contexto de intensificação da regulação e da supervisão de conduta do Banco Central sobre esse setor”
— Fernando Rocha
A recuperação gradual nas operações internacionais de criptoativos no Brasil ilustra como o mercado continua se reestruturando e absorvendo as novas normas e exigências de supervisão impostas pelo Banco Central.
Segundo o cruzamento de 1 fonte verificada, o volume de operações internacionais envolvendo ativos digitais com emissor, como stablecoins, atingiu US$ 842,7 milhões em setembro de 2026, conforme dados das Estatísticas do Setor Externo. A alta ocorre após um tombo de quase 80% em julho provocado pela reorganização do mercado diante das novas regras do Banco Central, embora o patamar atual permaneça 49% abaixo do registrado no mesmo período de 2025.
A recuperação gradual nas operações internacionais de criptoativos no Brasil ilustra como o mercado continua se reestruturando e absorvendo as novas normas e exigências de supervisão impostas pelo Banco Central. Dados apurados nas 1 fontes — Volume de operações em setembro de 2026: US$ 842,7 milhões; Alta mensal em setembro: 20%.
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