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BrasilPolítica e Regulação

CVM do Brasil aposta em tokenização obrigatória e IA para fiscalizar fundos

A CVM planeja adotar tokenização obrigatória e inteligência artificial para modernizar a fiscalização do mercado de fundos.

Visão geral

Segundo o Bitcoin.com News com informações do Valor Econômico, o setor de fundos no Brasil alcançou um patrimônio líquido de US$ 2,32 trilhões distribuídos em mais de 34.000 estruturas ativas, tornando obsolet os métodos tradicionais de supervisão. Para enfrentar esse desafio, a autarquia testa tecnologias de registro distribuído (DLTs) e contratos inteligentes, além de prever a contratação de 1.200 novos funcionários nos próximos anos após decisão do Supremo Tribunal Federal.

O que aconteceu

  • Segundo o Bitcoin.com News, Otto Lobo, presidente da CVM, afirmou que a transição para a tokenização e a supervisão por inteligência artificial são essenciais para atualizar a infraestrutura de controle.
  • De acordo com a publicação, a decisão do Supremo Tribunal Federal que permite à CVM reter 70% da receita de taxas de inspeção viabilizou a modernização dos processos.
  • O regulador destacou que o uso de DLTs permite liquidações imediatas, eliminação de risco de contraparte e registro contínuo de auditoria.
  • Conforme o Bitcoin.com News, a iniciativa também reduz custos de entrada em fundos de mercado monetário para US$ 20, ampliando o acesso a novos investidores.

Números-chave

Patrimônio líquido dos fundos
US$ 2,32 trilhõessegundo o Bitcoin.com News e o Valor Econômico
Estruturas ativas
34.000segundo o Bitcoin.com News e o Valor Econômico
Novos funcionários previstos
1.200segundo o Bitcoin.com News
Custo de entrada em fundos
US$ 20segundo o Bitcoin.com News

Por que importa

A adoção de tokenização e contratos inteligentes pela CVM marca um avanço regulatório institucional significativo no Brasil, integrando a tecnologia DLT diretamente na infraestrutura de fiscalização do mercado financeiro tradicional.

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