A CFTC argumenta na justiça que o CME Group não sofreu prejuízos financeiros com a nova política de derivativos.
O futuro dos contratos perpétuos nos Estados Unidos está no centro de uma batalha regulatória e judicial. Enquanto a agência reguladora defende a expansão dos derivativos no mercado doméstico após aprovar o primeiro produto vinculado ao bitcoin, o CME Group contesta a medida alegando que os instrumentos funcionam como swaps e não como futuros, gerando um impasse sobre a jurisdição aplicável.
A disputa define o futuro regulatório dos derivativos de criptomoedas nos Estados Unidos, estabelecendo limites para a introdução de contratos perpétuos e o escopo de atuação das principais bolsas do setor.
v1.7.79