O mercado de ativos digitais demonstrou resiliência após o período de incerteza eleitoral nos EUA, com o Bitcoin sustentando patamares acima de US$ 80 mil em meio à queda dos preços do petróleo e à recuperação das bolsas americanas.
Por que importa
A estabilização do Bitcoin acima de US$ 80 mil sugere uma transição do mercado de um estado de pânico eleitoral para um cenário de busca por ativos mais arriscados, embora persista cautela sobre futuros entraves na regulação cripto nos EUA.
O que aconteceu
A recuperação do Bitcoin ganhou tração na quinta-feira (5), após a criptomoeda registrar mínima de US$ 75.700 na madrugada de quarta-feira durante a apuração das eleições legislativas americanas.
Analistas observam que, embora o resultado eleitoral sinalize uma derrota para Donald Trump, o fim das incertezas estimulou o apetite por risco nos mercados globais.
A queda de mais de 8% no preço do barril de petróleo Brent, impulsionada por expectativas geopolíticas, atuou como um dos ventos favoráveis para os ativos de risco, segundo o Portal do Bitcoin.
Números-chave
Preço máximo do Bitcoin
US$ 81.130segundo dados horários da Coinbase na quarta-feira citados pela Unchained
Preço mínimo do Bitcoin
US$ 75.600segundo dados da Coinbase na terça-feira destacados pela Unchained
Liquidações totais em 24h
US$ 950 milhõessegundo dados de liquidação da CoinGlass reportados pela Unchained
Liquidações de posições vendidas (shorts)
US$ 560 milhõessegundo dados da CoinGlass citados pela Unchained
Segundo a Bitwise, o impacto do recente hack da Binance no mercado foi limitado, permitindo que os ativos absorvessem o golpe e retomassem a alta, conforme apontado pelo The Block.
O Bitcoin ultrapassou US$ 80.000 pela primeira vez desde o hack da Binance, recuperando-se do piso de US$ 75.600 registrado na noite da eleição, segundo o CryptoSlate.
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Dados da CoinGlass indicam que as liquidações nas últimas 24 horas alcançaram US$ 913,34 milhões, com a maior parte das perdas concentrada em traders vendidos (shorts), conforme reportado pelo CryptoSlate.
Mercados de previsão como o Polymarket passaram a precificar novas probabilidades para os patamares de preço do Bitcoin em novembro após a variação pós-eleitoral, conforme apontado pelo Decrypt.
Os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 1,16 bilhão, enquanto a Bitwise classificou a pressão vendedora como um movimento de curto prazo, segundo o Cointelegraph.
O setor de finanças descentralizadas (DeFi) liderou os ganhos na recuperação do mercado após a volatilidade eleitoral, segundo o CoinDesk.
Citações
“O Bitcoin se recuperou acompanhando as ações, à medida que o mercado acredita que o conflito com o Irã e os preços elevados do petróleo têm maior probabilidade de chegar ao fim”
— Portal do Bitcoin
Como as fontes abordam:sem contraponto as 8 fontes (1 do Brasil e 7 internacionais) relatam os mesmos fatos sob o mesmo enfoque.
O que dizem as 8 fontes sobre "Bitcoin se mantém acima de US$ 80 mil após eleições nos EUA e Zcash dispara"?
Segundo o cruzamento de 8 fontes verificadas (1 no Brasil e 7 lá fora), o mercado de ativos digitais demonstrou resiliência após o período de incerteza eleitoral nos EUA, com o Bitcoin sustentando patamares acima de US$ 80 mil em meio à queda dos preços do petróleo e à recuperação das bolsas americanas.
O que os apostadores esperam para este cenário?
Enquanto 8 fontes acompanham o caso na imprensa, os apostadores na Polymarket dão 55% de chance de o Bitcoin cair até US$ 70 mil.
Por que este fato importa e quais são os dados principais?
A estabilização do Bitcoin acima de US$ 80 mil sugere uma transição do mercado de um estado de pânico eleitoral para um cenário de busca por ativos mais arriscados, embora persista cautela sobre futuros entraves na regulação cripto nos EUA. Dados apurados nas 8 fontes — Preço máximo do Bitcoin: US$ 81.130; Preço mínimo do Bitcoin: US$ 75.600.