Segundo a Exame, a Binance protocolou seu pedido de PSAV no Banco Central para continuar operando no Brasil.
Para atender às exigências da regulamentação publicada pelo Banco Central, a corretora estruturou suas operações locais em duas entidades distintas: a Binance Brasil para gerenciar saldos em moeda fiduciária e a B Brasil focada em ativos virtuais. O diretor-geral da exchange no Brasil, Thiago Sarandy, afirmou que a empresa pretende expandir sua oferta de serviços financeiros no país.
“Vamos lutar por uma mudança regulatória e parceria para que um parceiro bancário nos ajude a retomar esses produtos. Para crédito já temos uma parceria”
— Banco Central
“A corretora vai fazer a parte de pagamentos, oferta de ações americanas e, quando a CVM [Comissão de Valores Mobiliários] liberar, de derivativos. Já a B Brasil faz a parte de ativos virtuais”
— Banco Central
A adaptação da Binance às exigências do Banco Central marca um movimento importante na formalização e no escopo de atuação das grandes corretoras de criptomoedas no mercado brasileiro.
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