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BrasilPolítica e Regulação

Binance protocola pedido de licença no Banco Central e adota modelo de duas instituições

Segundo a Exame, a Binance protocolou seu pedido de PSAV no Banco Central para continuar operando no Brasil.

Visão geral

Para atender às exigências da regulamentação publicada pelo Banco Central, a corretora estruturou suas operações locais em duas entidades distintas: a Binance Brasil para gerenciar saldos em moeda fiduciária e a B Brasil focada em ativos virtuais. O diretor-geral da exchange no Brasil, Thiago Sarandy, afirmou que a empresa pretende expandir sua oferta de serviços financeiros no país.

O que aconteceu

  • Segundo a Exame, a Binance protocolou seu pedido de autorização como prestadora de serviços de ativos virtuais (PSAV) junto ao Banco Central.
  • De acordo com a Exame, a corretora Sim;paul foi renomeada para Binance Brasil para custodiar saldos em reais e outras moedas fiduciárias.
  • Conforme apurado pela Exame, a instituição recém-criada chamada B Brasil passará a conduzir as operações específicas com ativos virtuais.
  • Segundo o diretor-geral da Binance no Brasil, Thiago Sarandy, em entrevista à Exame, a empresa pretende retomar produtos de crédito e margem por meio de parcerias bancárias.

Citações

“Vamos lutar por uma mudança regulatória e parceria para que um parceiro bancário nos ajude a retomar esses produtos. Para crédito já temos uma parceria”

— Banco Central

“A corretora vai fazer a parte de pagamentos, oferta de ações americanas e, quando a CVM [Comissão de Valores Mobiliários] liberar, de derivativos. Já a B Brasil faz a parte de ativos virtuais”

— Banco Central

Por que importa

A adaptação da Binance às exigências do Banco Central marca um movimento importante na formalização e no escopo de atuação das grandes corretoras de criptomoedas no mercado brasileiro.

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