A corretora prevê normalizar as operações em até 48 horas enquanto utiliza o fundo SAFU e capital corporativo para ressarcir usuários.
Após o roubo de cerca de US$ 6,3 bilhões, o maior da história do setor cripto, a Binance tenta conter danos financeiros e técnicos. Segundo comunicados da empresa e dados da TRM Labs, a ofensiva durou cerca de 20 minutos e afetou 10 blockchains diferentes, com cerca de US$ 3 bilhões em ativos já congelados por parceiros do setor.
“Além de observar os requisitos de segregação estabelecidos pelo Banco Central do Brasil, os ativos virtuais são mantidos em cold wallets (carteiras frias)”
— Binance Brasil
A cobertura se divide entre o recorte de veículos no Brasil e o enfoque adotado pela imprensa internacional.
O valor total movimentado apresenta discrepâncias entre rastreadores, com a Arkham Intelligence citando cerca de US$ 6 bilhões e a TRM Labs estimando US$ 6,36 bilhões.
De acordo com a Binance e a Livecoins, aproximadamente 233,46 milhões de XRP foram drenados de carteiras da corretora antes mesmo da ofensiva na rede Ethereum.
A resposta financeira imediata da Binance visa evitar uma crise de liquidez e perda de confiança, testando a eficácia do fundo SAFU em um evento de escala sem precedentes.
2 fontes no Brasil e 1 internacional
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