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Avanço regulatório e uso de stablecoins moldam o futuro do mercado cripto brasileiro

O marco regulatório de criptoativos no Brasil entrou em fase de supervisão prática após o término do prazo de autorização do Banco Central.

Visão geral

Segundo artigo da Exame, o encerramento do prazo em 30 de outubro marca a transição para exigências rígidas de governança e segurança, impulsionando a consolidação do mercado. O país se destaca como o principal polo da América Latina, movimentando bilhões de dólares em stablecoins que otimizam transações internacionais e reduzem custos.

O que aconteceu

  • O marco regulatório brasileiro passou das regras no papel para a supervisão na prática em 30 de outubro, data limite para empresas solicitarem autorização ao Banco Central, segundo a Exame.
  • Empresas do setor passaram a enfrentar exigências de capital, separação de ativos de clientes e padrões de prevenção à lavagem de dinheiro, de acordo com a Exame.
  • O Brasil registrou um volume de US$ 318,8 bilhões em criptoativos entre julho de 2024 e junho de 2025, representando quase um terço do total da América Latina, segundo a Exame.

Números-chave

Volume de criptoativos recebidos no Brasil
US$ 318,8 bilhõessegundo a Exame, referentes ao período entre julho de 2024 e junho de 2025
Redução em taxas de transferência com USDC
86%segundo a Exame, em comparação com os meios tradicionais de envio de dinheiro

Por que importa

A consolidação de regras claras pelo Banco Central traz maior segurança jurídica ao mercado brasileiro e fomenta a inovação financeira, posicionando o país de forma competitiva no cenário global de ativos digitais.

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