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BrasilPolítica e Regulação

Apenas 40 empresas de criptomoedas sobrevivem ao prazo de licenciamento do Banco Central no Brasil

O novo marco regulatório do Banco Central do Brasil resultou em apenas 40 pedidos de licença para prestadoras de serviços de ativos virtuais.

Visão geral

Segundo o Bitcoin.com News, o prazo estabelecido pelo Banco Central do Brasil encerrou em 30 de outubro de 2026, com uma adesão muito abaixo das 150 a 200 empresas inicialmente esperadas pelo mercado. A exigência de relatórios diários de custódia, provas mensais de reservas e três anos de balanços auditados inviabilizou a operação de players menores, consolidando o setor em grandes empresas como Binance e Itaú.

O que aconteceu

  • Segundo o Bitcoin.com News, o período para envio de pedidos de autorização para prestadoras de serviços de ativos virtuais (VASPs) terminou em 30 de outubro de 2026.
  • De acordo com declarações do advogado Tiago Severo ao Livecoins e citadas pelo Bitcoin.com News, as exigências incluem envio diário de custódia e comprovação mensal de reservas ao Banco Central do Brasil.
  • Conforme o Bitcoin.com News, companhias que não aplicaram terão um mês para encerrar suas atividades no mercado brasileiro.

Números-chave

Empresas com pedidos de licença aplicados
40 empresassegundo o Bitcoin.com News
Expectativa inicial de empresas no mercado
150 a 200 empresassegundo o Bitcoin.com News

Por que importa

A consolidação do mercado brasileiro sob regras rígidas eleva os padrões de segurança com a permanência de grandes instituições e exchanges, mas restringe drasticamente o acesso e a concorrência de novos players no setor.

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