A América Latina movimentou US$ 593,8 bilhões em criptomoedas entre julho de 2025 e junho de 2026, impulsionada pelo avanço das stablecoins.
Segundo relatório divulgado pela Chainalysis em 23 de setembro de 2026, o crescimento de 9,8% no volume da região tem nas stablecoins o seu principal motor, respondendo por fatias expressivas de transferências e remessas internacionais. O cenário intensifica a concorrência entre plataformas locais e corretoras globais pelo mercado latino-americano, onde o Brasil lidera o volume total movimentado.
“inflação persistente, volatilidade cambial e controles de capital restritivos em vários países”
— Ben Reid
“Essas realidades fazem da América Latina um mercado central para a OKX”
— Karina Caudillo
“A visão do próprio mercado é que as stablecoins são, antes de tudo, para empresas, à frente de instituições financeiras e consumidores”
— América Latina
O avanço das stablecoins e o alto volume de transações na América Latina mostram a criptomoeda como ferramenta de proteção econômica e remessa em mercados emergentes, atraindo a atenção de grandes corretoras globais.
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