←
Notíciafonte única · há 3 h
BrasilMercados

América Latina movimenta bilhões e consolida liderança de stablecoins

A América Latina movimentou US$ 593,8 bilhões em criptomoedas entre julho de 2025 e junho de 2026, impulsionada pelo avanço das stablecoins.

Visão geral

Segundo relatório divulgado pela Chainalysis em 23 de setembro de 2026, o crescimento de 9,8% no volume da região tem nas stablecoins o seu principal motor, respondendo por fatias expressivas de transferências e remessas internacionais. O cenário intensifica a concorrência entre plataformas locais e corretoras globais pelo mercado latino-americano, onde o Brasil lidera o volume total movimentado.

O que aconteceu

  • Segundo a Chainalysis, a América Latina movimentou US$ 593,8 bilhões em criptomoedas nos 12 meses encerrados em junho de 2026, registrando alta de 9,8%.
  • Conforme o relatório, o Brasil lidera a região com US$ 252,5 bilhões movimentados, seguido por Argentina (US$ 88,5 bilhões) e México (US$ 77,6 bilhões).
  • A OKX declarou ao BeInCrypto que a região tornou-se um mercado central para a empresa devido aos desafios macroeconômicos locais.
  • Segundo a Bitso, a alta demanda por stablecoins na região é motivada por inflação persistente, volatilidade cambial e controles de capital.

Números-chave

Volume total da América Latina
US$ 593,8 bilhõessegundo a Chainalysis
Volume movimentado pelo Brasil
US$ 252,5 bilhõessegundo a Chainalysis
Volume movimentado pela Argentina
US$ 88,5 bilhõessegundo a Chainalysis
Volume movimentado pelo México
US$ 77,6 bilhõessegundo a Chainalysis
Volume movimentado pela Venezuela
US$ 39,1 bilhõessegundo a Chainalysis
Volume movimentado pela Colômbia
US$ 29,1 bilhõessegundo a Chainalysis
Participação de stablecoins em remessas
32,1%segundo a Chainalysis

Citações

“inflação persistente, volatilidade cambial e controles de capital restritivos em vários países”

— Ben Reid

“Essas realidades fazem da América Latina um mercado central para a OKX”

— Karina Caudillo

“A visão do próprio mercado é que as stablecoins são, antes de tudo, para empresas, à frente de instituições financeiras e consumidores”

— América Latina

Por que importa

O avanço das stablecoins e o alto volume de transações na América Latina mostram a criptomoeda como ferramenta de proteção econômica e remessa em mercados emergentes, atraindo a atenção de grandes corretoras globais.

v1.7.17