Segundo análise do CoinDesk, o Bitcoin registrou mais dias de oscilações extremas em 2026 do que durante o mercado de baixa de 2018.
Embora a volatilidade anualizada do Bitcoin tenha apresentado forte queda na comparação com períodos anteriores, a frequência de movimentos atípicos de três desvios padrão tem desafiado modelos tradicionais de risco. Especialistas apontam que fatores macroeconômicos e alavancagem no mercado de derivativos continuam a amplificar choques repentinos.
A persistência de oscilações extremas, mesmo com a redução da volatilidade geral, indica que investidores e gestores precisam adaptar modelos de risco para evitar alocações excessivas diante do risco de cauda.
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