A tokenização de ativos do mundo real funcionou como porta de entrada, mas o futuro aponta para instrumentos nativamente digitais.
Segundo artigo da Exame, a digitalização de ativos tradicionais permitiu que instituições financeiras testassem emissão, custódia e liquidação em ambientes blockchain. Contudo, especialistas apontam que limitar a tecnologia a um mero formato de registro reproduz antigas barreiras operacionais, exigindo uma evolução para instrumentos criados nativamente no ambiente digital.
Compreender a diferença entre a simples representação de ativos e a criação de instrumentos nativamente digitais é fundamental para o avanço da eficiência na infraestrutura do mercado financeiro.
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v1.7.99