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Notíciafonte única · há 2 h
Política e Regulação

STJ mantém prisão de irmãos acusados de lavar R$ 47 milhões com criptomoedas

O Superior Tribunal de Justiça negou pedido de liberdade a irmãos acusados de lavar milhões em criptomoedas após invasão a uma fintech.

Visão geral

Segundo o Livecoins, a decisão da corte superior destaca o risco de fuga e o uso de redes descentralizadas para ocultar fundos não recuperados. O esquema criminoso envolveu contratos falsos e o uso de uma empresa de fachada para tentar legalizar os recursos ilícitos.

O que aconteceu

  • Segundo o Livecoins, o Superior Tribunal de Justiça negou a liberdade preventiva dos irmãos Sidnei Borakouski e Cleiton Tobias Borakouski.
  • De acordo com a investigação reportada pelo Livecoins, os suspeitos invadiram os sistemas da empresa de tecnologia financeira Sinqia.
  • Segundo a apuração do Livecoins, o esquema movimentou mais de R$ 47 milhões por meio de contratos falsos e conversão em criptomoedas.

Números-chave

Volume movimentado pelo esquema
R$ 47 milhõessegundo o Livecoins
Recursos transferidos para empresa de fachada
R$ 20 milhõessegundo o Livecoins

Citações

“O esquema criminoso revelado nas investigações envolveu elevadíssimo grau de sofisticação tecnológica, com a invasão de sistemas de uma empresa de tecnologia financeira de grande porte.”

— Livecoins

“A aplicação da lei penal também reclama a custódia. Diante da expressividade dos valores ilícitos apurados e da possibilidade de que parte deles ainda se encontre à disposição dos investigados, é factível o risco de fuga para o exterior.”

— Superior Tribunal

Por que importa

O caso ilustra a atenção do judiciário brasileiro sobre o uso de criptomoedas em esquemas complexos de lavagem de dinheiro e o rigor na manutenção de prisões preventivas de hackers.

v1.7.19