OKX protocola pedido de licença cripto junto ao Banco Central no Brasil
A OKX entrou com pedido no Banco Central para atuar como prestadora de serviços de ativos virtuais e operar em câmbio no Brasil.
Visão geral
O movimento ocorre às vésperas de 30 de outubro, data limite estipulada pelo Banco Central para que empresas do setor solicitem autorização para continuar operando no país. A corretora internacional busca enquadramento na categoria de corretora, cobrindo custódia e intermediação sob as diretrizes da Resolução 520.
O que aconteceu
A OKX entrou com pedido junto ao Banco Central para se tornar uma Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV) no Brasil, segundo a Exame.
A solicitação contempla a categoria de corretora de ativos virtuais, que inclui custódia e intermediação, além de permissão para operar no mercado de câmbio, conforme a Exame.
O Banco Central determinou o encerramento em 30 de outubro do prazo para que operadoras em atividade protocolem pedidos de autorização sob pena de proibição operacional, de acordo com a Exame.
A exchange declarou ter estruturado sua operação em conformidade com as regras de governança, segregação patrimonial e prova de reservas da Resolução 520, segundo a Exame.
Números-chave
Empresas com processos de licença em análise pelo BC
8segundo levantamento da Exame
Posição da OKX em volume de negociação em 24h no Brasil
4ª maiorsegundo ranking Livecoins citado pela Exame
Por que importa
O pedido marca o início das movimentações formais entre as maiores corretoras globais para cumprir o marco regulatório do Banco Central, definindo a permanência legal das exchanges no mercado brasileiro.