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Novo: A retirada de US$ 484,9 milhões eliminou cerca de 81% de todas as entradas acumuladas…
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ETFs de Bitcoin registram maior fuga de capital desde junho em meio a pressões macroeconômicas

Fundos negociados em bolsa de Bitcoin nos Estados Unidos sofreram uma retirada líquida de US$ 484,9 milhões em um único dia.

Visão geral

O movimento negativo reflete um cenário macroeconômico adverso, marcado pela alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e pelo avanço nos preços do petróleo. Analistas apontam que o ambiente de juros altos e inflação persistente afeta ativos sem rendimento, como o Bitcoin, alterando os cálculos de grandes investidores institucionais.

O que aconteceu

  • Investidores retiraram US$ 484,9 milhões de ETFs spot de Bitcoin em 7 de outubro, segundo o Decrypt.
  • A saída expressiva apagou cerca de duas semanas de compras acumuladas (81% das entradas das nove sessões anteriores).
  • Fatores geopolíticos, como ataques diários a navios no Estreito de Ormuz, mantêm o petróleo Brent perto de US$ 100 o barril, pressionando a inflação.
  • A ata do Federal Reserve divulgada na quarta-feira indicou que a maioria das autoridades espera um novo aumento nas taxas de juros antes do fim do ano.

Números-chave

Saída diária de ETFs de Bitcoin
US$ 484,9 milhõessegundo o Decrypt
Proporção de entradas anteriores apagadas
81%referente às nove sessões anteriores, segundo o Portal do Bitcoin
Preço do barril de petróleo Brent
Perto de US$ 100impulsionado por tensões no Estreito de Ormuz
Rendimento do Tesouro de 30 anos
5,7%segundo o Decrypt
Entradas líquidas acumuladas
US$ 57,8 bilhõessegundo o Decrypt

Por que importa

A forte saída de capital dos ETFs de Bitcoin evidencia como o mercado de criptoativos permanece sensível a choques macroeconômicos tradicionais, como a política monetária do Federal Reserve e o comportamento dos títulos de renda fixa globais.

Atualizações

  1. A retirada de US$ 484,9 milhões eliminou cerca de 81% de todas as entradas acumuladas nas nove sessões anteriores de negociação.
  2. Tensões no Estreito de Ormuz, com pelo menos um ataque a navio por dia desde 2 de outubro, têm sustentado o preço do petróleo Brent próximo a US$ 100 o barril, pressionando as expectativas inflacionárias.

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