O Brasil registrou 69 mil tentativas de cryptojacking no primeiro semestre de 2026, liderando o ranking regional.
A prática, conhecida como cryptojacking, utiliza a capacidade de processamento de computadores e servidores de terceiros sem autorização para minerar ativos digitais. Órgãos públicos, universidades e data centers figuram entre os principais alvos desse tipo de ataque na América Latina.
“Esse aumento de cryptominer chama atenção porque evidencia uma frente do cibercrime voltada à exploração econômica de recursos computacionais comprometidos”
— Alexandre Bonatti
“Os criminosos estão utilizando a capacidade computacional de terceiros no país para obter retorno financeiro, transformando equipamentos e ambientes invadidos em recursos exploráveis ao longo do tempo”
— Alexandre Bonatti
O crescimento do cryptojacking demonstra uma mudança no cibercrime para a exploração contínua de recursos computacionais corporativos e governamentais, elevando custos de energia e infraestrutura para as vítimas.
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