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Notíciafonte única · há 2 h
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Brasil lidera tentativas de mineração ilegal de criptomoedas na América Latina

O Brasil registrou 69 mil tentativas de cryptojacking no primeiro semestre de 2026, liderando o ranking regional.

Visão geral

A prática, conhecida como cryptojacking, utiliza a capacidade de processamento de computadores e servidores de terceiros sem autorização para minerar ativos digitais. Órgãos públicos, universidades e data centers figuram entre os principais alvos desse tipo de ataque na América Latina.

O que aconteceu

  • Segundo a Fortinet, o Brasil concentrou mais de 16% das ocorrências de mineração ilegal identificadas na América Latina entre janeiro e junho de 2026.
  • O Equador registrou 66 mil tentativas e o Uruguai acumulou 46 mil registros no mesmo período, conforme o levantamento.
  • Os ataques exploram o algoritmo RandomX da Monero, que facilita a mineração por meio de processadores convencionais encontrados em servidores e computadores corporativos.

Números-chave

Tentativas de mineração ilegal no Brasil
69.000segundo levantamento da Fortinet
Participação regional do Brasil
16%conforme dados da Fortinet na América Latina
Tentativas no Equador
66.000segundo a Fortinet
Tentativas no Uruguai
46.000conforme pesquisa da Fortinet
Casos associados à Monero
85%segundo o estudo da Fortinet

Citações

“Esse aumento de cryptominer chama atenção porque evidencia uma frente do cibercrime voltada à exploração econômica de recursos computacionais comprometidos”

— Alexandre Bonatti

“Os criminosos estão utilizando a capacidade computacional de terceiros no país para obter retorno financeiro, transformando equipamentos e ambientes invadidos em recursos exploráveis ao longo do tempo”

— Alexandre Bonatti

Por que importa

O crescimento do cryptojacking demonstra uma mudança no cibercrime para a exploração contínua de recursos computacionais corporativos e governamentais, elevando custos de energia e infraestrutura para as vítimas.

v1.6.80