Novas regras do Banco Central determinam que instituições financeiras comuniquem transferências de criptomoedas acima de US$ 10 mil para carteiras de autocustódia.
As resoluções aprovadas pela autoridade monetária alteram os controles internos de bancos e corretoras com o objetivo de reforçar o combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. A medida intensifica a fiscalização sobre a custódia própria de ativos digitais e estabelece prazos para envio de relatórios de movimentações.
A exigência altera a dinâmica de interação entre investidores que utilizam carteiras privadas e as prestadoras reguladas no Brasil, impondo maior rigor compliance ao mercado nacional de criptoativos.
“Na minha avaliação, essa exigência reforça um tratamento regulatório de risco acrescido para a autocustódia. Controlar as próprias chaves continua sendo uma escolha permitida, mas a interação dessas carteiras com prestadoras reguladas recebe mais controles”
— Paulo Portuguez
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