Segundo o CoinDesk, analistas defendem que ouro e Bitcoin compartilham características de escassez contra a desvalorização cambial.
Em meio ao crescimento da dívida soberana e à perda de poder de compra de moedas fiduciárias, especialistas retomam o debate sobre a inclusão conjunta desses ativos em carteiras institucionais de longo prazo. No entanto, estudos recentes apontam limitações estatísticas sobre o comportamento de ambos como refúgios seguros.
Compreender a correlação e as limitações de ativos de oferta restrita ajuda investidores a dimensionarem os riscos macroeconômicos e a inflação estrutural em portfólios institucionais.
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v1.7.19