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Notíciafonte única · há 4 d
BrasilPolítica e Regulação

Banco Central inclui autocustódia e novas regras de controle em resoluções para criptomoedas

O Banco Central do Brasil emitiu novas resoluções para apertar o cerco e monitorar transferências de criptomoedas para carteiras de autocustódia.

Visão geral

Segundo o portal Livecoins, as medidas anunciadas pelo Banco Central buscam reforçar o combate à ocultação de capitais e impor exigências operacionais mais rigorosas para prestadoras de serviços de ativos virtuais no país. O pacote normativo estabelece calendários específicos para o início da fiscalização e bloqueia relações de bancos tradicionais com empresas sem licença.

O que aconteceu

  • Segundo o Livecoins, o Banco Central do Brasil emitiu novas resoluções na quarta-feira (23), assinadas pelo Diretor de Regulação substituto Nilton José Schneider David.
  • De acordo com a Resolução BCB 588/2026, operações relativas a transferências de ativos virtuais para ou de carteiras autocustodiadas de valor igual ou superior ao equivalente a US$ 10 mil devem ser informadas.
  • Conforme publicado pelo Livecoins, a nova fase de fiscalização para essas transferências tem início estipulado para o dia 1 de outubro de 2026.
  • A Resolução BCB 589/2026 determina que corretoras enviem demonstrações de segurança dos fundos custodiados e relatórios extras sobre posições de staking a partir de 1 de janeiro de 2027.

Números-chave

Limite para monitoramento de autocustódia
US$ 10.000segundo a Resolução BCB 588/2026 citada pelo Livecoins

Por que importa

As novas regras alteram profundamente a relação do ecossistema cripto com o sistema financeiro tradicional no Brasil, impondo obrigações rígidas de compliance e rastreabilidade que impactam diretamente investidores e exchanges.

Citações

“V – as operações relativas a transferências de ativos virtuais para ou de carteiras autocustodiadas de valor igual ou superior ao equivalente a US$10.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos)”

— Resolução BCB 588/2026