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Notíciafonte única · há 4 d
BrasilPolítica e Regulação

Juntos por Cripto lança campanha de pressão sobre candidatos no Congresso nas eleições de 2026

Movimento suprapartidário disponibiliza ferramenta para eleitores cobrarem posicionamento de postulantes à Câmara e ao Senado antes do primeiro turno.

Visão geral

Faltando menos de dez dias para o primeiro turno das eleições de 2026, o movimento Juntos por Cripto colocou no ar uma campanha de mobilização digital para pressionar candidatos ao Congresso. Segundo o Livecoins, a iniciativa permite o envio de e-mails diretos exigindo compromisso com a economia digital. A ação ocorre em meio à liderança do Brasil no ranking de adoção de criptoativos da América Latina, conforme dados recentes da Chainalysis e da Receita Federal.

O que aconteceu

  • Segundo o Livecoins, o movimento Juntos por Cripto lançou uma ofensiva digital na reta final das eleições de 2026 para pressionar candidatos ao Congresso.
  • De acordo com a Chainalysis, o Brasil ocupa o topo do ranking mundial e a liderança absoluta na América Latina em adoção de criptoativos, segundo relatório divulgado na última quarta-feira (23).
  • Conforme dados da Receita Federal citados pelo Livecoins, brasileiros movimentaram mais de R$ 283,1 bilhões em ativos virtuais apenas no primeiro semestre de 2026.

Números-chave

Movimentação em ativos virtuais no 1º semestre de 2026
R$ 283,1 bilhõessegundo dados da Receita Federal reportados pelo Livecoins
Arrecadação tributária gerada pelo setor
R$ 1,5 bilhãosegundo o Livecoins
Postos de trabalho projetados para os próximos anos
150 milsegundo o Livecoins
Comunidade de criptoativos no país
29 milhões de pessoassegundo o Livecoins

Por que importa

A mobilização busca reduzir o abismo regulatório e a omissão de parlamentares em relação a um setor que movimenta centenas de bilhões de reais e envolve dezenas de milhões de cidadãos no Brasil.

Citações

“A ferramenta é uma cobrança de transparência. O cidadão vai exigir um posicionamento antes de depositar seu voto. Já para os políticos que quiserem dialogar com a economia real do país terão que se posicionar formalmente a favor da segurança jurídica, da educação financeira e da competitividade do setor”

— Marina Fagali