O país superou os Estados Unidos e alcançou o primeiro lugar no Índice de Adoção de Criptomoedas de 2026, impulsionado por desempenho consistente em todas as métricas.
Segundo a Chainalysis, o Brasil alcançou a primeira posição mundial no Índice de Adoção de Criptomoedas de 2026, superando mercados como Estados Unidos, Nigéria, Japão e Coreia do Sul. Conforme o levantamento divulgado pelo Portal do Bitcoin e pelo Livecoins, a economia cripto brasileira registrou um volume estimado em US$ 252,5 bilhões no período analisado. Embora não tenha liderado isoladamente nenhuma das quatro categorias do índice, o país obteve pontuações elevadas em todas elas.
A liderança brasileira no ranking global evidencia a consolidação do país como um dos principais mercados de criptoativos do mundo, demonstrando adoção ampla e estável mesmo em um período de forte desvalorização global do setor.
“Em conjunto, essas métricas mostram que o Brasil lidera o mundo em adoção popular de criptomoedas. O país não foi o mais forte em nenhuma das categorias analisadas. No entanto, em um ano em que o mercado de baixa prejudicou o crescimento global, o Brasil apresentou um desempenho consistentemente forte em relação ao seu tamanho, superando mercados mais estabelecidos, como os Estados Unidos. No próximo capítulo, sobre a América Latina, analisaremos detalhadamente a economia cripto brasileira de US$ 252,5 bilhões.”
— Chainalysis
“Alguns grandes mercados respondem pela maior parte da economia cripto da América Latina. O Brasil liderou a região no período de 2026, com US$ 252,5 bilhões em movimentação. A Argentina ficou em segundo lugar, com US$ 88,5 bilhões, e o México em terceiro, com US$ 77,6 bilhões.”
— Chainalysis Veja
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