O ministro Alexandre de Moraes manteve a prisão preventiva de acusado de integrar esquema de adulteração de combustíveis na Bahia.
A decisão do Supremo Tribunal Federal rejeitou o pedido de soltura de um dos alvos centrais da Operação Primus. Segundo dados do processo reportados pelo Livecoins, as autoridades apontam a utilização de empresas de fachada e dispositivos de autocustódia de criptomoedas como indícios da sofisticação da organização criminosa.
O posicionamento do STF sinaliza como a posse de carteiras físicas de criptoativos (hardware wallets) vem sendo interpretada pelas autoridades brasileiras como elemento de sofisticação em esquemas de lavagem de dinheiro.
“A apreensão, em poder do recorrente, de um dispositivo hardware wallet Trezor, próprio para armazenamento de criptomoedas, foi expressamente destacada na audiência de custódia como indicativo da sofisticação dos mecanismos de lavagem de capitais”
— Alexandre de Moraes, ministro do STF