O Bitcoin registrou alta de 39,26% no terceiro trimestre de 2026, superando o desempenho do ouro no Brasil.
A recuperação da criptomoeda ocorre após um primeiro semestre de perdas acentuadas, que incluiu uma queda abaixo de US$ 58 mil em julho, distando ainda da máxima histórica registrada em outubro de 2025 acima de US$ 126 mil, segundo dados divulgados por publicações como InfoMoney e IstoÉ Dinheiro com base em levantamento da Elos Ayta.
A disparada trimestral demonstra a retomada do apetite ao risco e a reentrada de fluxo institucional por meio de ETFs nos Estados Unidos, embora o debate sobre o papel do Bitcoin como reserva de valor continue em aberto diante de sua forte volatilidade.
“Reserva de valor não se mede em um trimestre. Mede-se em anos, pela capacidade de preservar poder de compra”
— Kevin Voigt
“quando destrava a liquidez, o Bitcoin acaba capturando mais valor”
— Binance Research
“Um ativo que cai mais de 50% entre topo e fundo em menos de um ano não cumpre esse papel”
— Rafael Castaneda
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